76737673

28 junho 2016

financiamento_imagemNoticia

Financiamento é coisa séria e precisa ser planejado com cuidado. Veja aqui como fazer de maneira tranquila e responsável!

Em 2014, os recursos da poupança foram responsáveis por apoiar o financiamento de mais de 538 mil unidades de imóveis em todo o Brasil. No ambiente dos veículos, o volume ultrapassou os 6 milhões ainda em 2013. Isso serve para indicar que o financiamento é algo bastante popular entre os brasileiros, que utilizam essa forma de pagamento como meio de conquistar bens que estão distantes para um pagamento à vista.

Por outro lado, em 2015, o número de imóveis tomados pela Caixa Econômica Federal e leiloados devido à inadimplência aumentou em 53% em relação a 2014. Isso significa que, embora mais pessoas tenham adquirido o financiamento nos últimos anos, mais pessoas também estão com dificuldade em honrar este compromisso de longo prazo.

Segundo pesquisa do SPC Brasil, 27,6% dos consumidores brasileiros possuem atualmente algum tipo de financiamento e a principal finalidade para a contratação desse tipo de crédito é a aquisição da casa própria (41,1%) e a compra de um automóvel (36,5%). De acordo com o levantamento, sete em cada dez (71,0%) consumidores que tem financiamento atualmente recorreram a ele para realizar um sonho de consumo.

Para que você não seja uma dessas pessoas, é muito importante se programar e se preparar antes de tomar essa decisão tão importante. Pensando nisso, trouxemos hoje tudo o que você precisa saber para assumir um financiamento. Confira!

Entendendo a lógica dos financiamentos

O financiamento tem uma lógica de endividamento de longo prazo, de modo que seja possível a aquisição de um bem para o qual o solicitante não tenha o dinheiro de maneira imediata. Em linhas gerais, funciona de maneira bem simples: mediante garantia, a instituição financeira oferece a você, o solicitante, o dinheiro para a compra do bem. Esse pagamento acontece ao longo de um período, que depende do valor do bem e, e sobre o valor “emprestado” é cobrado uma determinada taxa de juros. Os juros funcionam tanto como a remuneração para a operação como também para diminuir os impactos de uma possível inadimplência, já que a recuperação judicial é um processo trabalhoso.

Basicamente, o financiamento funciona como uma espécie de empréstimo com finalidade pré-definida, ou seja, uma vez que o dinheiro é recebido, ele deve ser utilizado para a compra do bem estabelecido em contrato.

Além disso, em geral, a garantia do financiamento é o próprio bem, isto é, se você atrasa o pagamento das prestações do imóvel ou do carro, por exemplo, tem o bem tomado pela instituição. O outro caso possível é a hipoteca. Nesse tipo de financiamento, você se torna dono do imóvel, mas caso não pague as parcelas, perde-o para o banco ou instituição financeira.

O que determina o valor das parcelas a serem pagas é o sistema de amortização. Entre os mais frequentes, estão o Sistema de Amortização Constante (SAC), em que as parcelas são cada vez menores, e a Tabela Price, em que as prestações são fixas.

Quais os tipos de financiamento mais procurados?

Devido à sua lógica de funcionamento, um financiamento pode ser utilizado para a aquisição de diferentes bens. Por isso, há diversos tipos de financiamento entre os mais procurados por quem deseja uma condição de pagamento teoricamente mais facilitada.

Um financiamento amplamente procurado é o financiamento imobiliário. Nesse caso, o dinheiro é utilizado para adquirir um imóvel novo, usado ou na planta. Em alguns casos, ele também pode ser usado para realizar a reforma do imóvel presente.

O financiamento imobiliário é um dos mais procurados pelos brasileiros por dois motivos: há toda a questão relacionada ao sonho da casa própria, e pelo fato de que os valores dos imóveis são altos para que a maioria das pessoas consiga comprá-los à vista.

Outro financiamento muito procurado é o financiamento de veículos, especialmente os carros. Nesse caso, há financiamentos que comportam carros novos, seminovos e usados.

Atualmente, outra modalidade bastante procurada é o financiamento estudantil, geralmente utilizado para graduações e pós-graduações. O estudante pega uma espécie de empréstimo que custeia seus estudos. O pagamento é feito de acordo com o contrato e pode ser feito durante ou após o fim do curso. Por isso é sempre bom ficar atento às condições. É comum que as taxas de juros sejam mais baixas que as dos demais financiamentos, e em alguns casos há a carência, em que o solicitante pode ter um tempo a mais para começar a pagar a primeira parcela.

Como se planejar para um financiamento a longo prazo?

Assumir um financiamento significa se comprometer com uma dívida de longo prazo. Por isso, é muito importante que o financiamento seja acompanhado de um bom planejamento. Sem isso, são grandes as chances de que o financiamento tenha um impacto intenso e negativo no seu orçamento.

Em primeiro lugar você deve fazer uma comparação entre o valor a vista e o valor total e ver se vale a pena mesmo financiar. Muitas vezes a diferença é tão grande que vale mais a pena economizar e pagar o bem de uma única vez. Além disso, veja outras etapas importantes para planejar um financiamento:

1. Reconhecimento da capacidade financeira

Se você está sempre terminando o mês no vermelho, então um financiamento não é a melhor opção, já que ele pode comprometer até 30% da renda comprovada. É importante saber que, se você tem uma sobra financeira, não deve comprometê-la com um financiamento, para não comprometer todo o salário.

Além do financiamento, deve-se ficar atento para separar um determinado valor a fim de realizar uma reserva financeira para imprevistos. Fazer essa identificação, portanto, é essencial para que se tenha ideia do quanto arcar com a parcela do seu financiamento. A parcela mensal jamais deve considerar toda a sobra de orçamento. Você deve ser sempre capaz de pagar as suas dívidas e guardar dinheiro para as circunstâncias eventuais.

2. Avaliação de riscos

Por mais que pareça confortável apenas incluir uma nova prestação no seu orçamento, imprevistos acontecem, e você pode se ver, por exemplo, sem o seu emprego. Se isso acontecer, como você fará para pagar o financiamento? Há uma reserva financeira? O que acontece se a sua capacidade econômica cair?

Essa análise de riscos é indispensável para evitar que o financiamento se torne um problema no orçamento mediante situações imprevistas.

3. Mudança de hábitos

Antes mesmo de fazer um financiamento, é muito importante mudar os hábitos. Parar de fazer compras por impulso, quitar as dívidas e começar a investir o máximo possível do salário são atitudes que fazem com que você prepare a sua situação financeira para abarcar um financiamento.

Também é preciso ajustar o padrão de vida para esse novo impacto no orçamento. Em geral, o recomendado é realizar um novo planejamento financeiro e adequar os gastos à nova realidade financeira. Se essa mudança não acontecer de maneira preparatória ao comprometimento com o financiamento, o resultado pode ser o descontrole das contas e inadimplência.

4. Simulação de financiamento

Não menos importante, está a simulação do financiamento. Ao fazer uma simulação para o valor do bem que você pretende adquirir e pelo tempo que você deseja pagar, o resultado é que você consegue planejar com mais eficiência o seu orçamento e se preparar para realizar o pagamento adequado de cada parcela. Ao ver uma simulação com datas e valores, fica mais fácil identificar exatamente qual será o impacto do financiamento no seu orçamento.

Financiamento de veículos: quais os principais riscos?

Trocar de carro por meio de um financiamento pode parecer uma boa ideia a princípio, mas a verdade é que existem riscos que não podem ser ignorados nessa aquisição. O maior risco existe quando se toma um financiamento não adequado a sua realidade financeira, é preciso lembrar que junto com a aquisição do bem existem as despesas com combustível, seguro e manutenção.

É possível uma pessoa desistir do financiamento e decidir passá-lo para outra. Nesse caso, o problema maior é que, se acontecer qualquer disputa ou problema judicial, o titular do financiamento é, de fato, o titular do veículo — ainda que você o tenha adquirido.

Mesmo fora dessas situações o risco também se relaciona ao fato de que o veículo pode ser tomado se você atrasar ou não pagar as parcelas. Por meio de um mandato de busca e apreensão de bens, você pode se ver sem o veículo devido à inadimplência.

Financiamento imobiliário: vale mesmo a pena?

Embora seja uma opção muito procurada, é preciso avaliar com cautela se o financiamento imobiliário é, realmente, uma opção que vale a pena para a sua vida e para o seu orçamento.

Nesse caso, é preciso levar em consideração alguns fatores como:

1. Valor do imóvel

Dependendo do financiamento, existe um limite máximo para o imóvel. O Minha Casa Minha Vida, possui limites ainda mais reduzidos. Dependendo de qual for o seu imóvel desejado, um financiamento pode não fazer sentido, já que o imóvel pode ser um preço superior àquilo que é comportado pelo financiamento.

Se for usar o FGTS, também é preciso tomar cuidado com o limite. Em São Paulo, Minas Gerais, no Rio de Janeiro e no Distrito Federal o limite de financiamento pelo FGTS é de R$ 750 mil e nos demais estados, de R$ 650 mil.

2. Valor da entrada

Em geral, um financiamento não oferece crédito para cobrir 100% do valor do imóvel, o que faz com que haja a obrigação de um valor de entrada. Dependendo do tipo de financiamento, a entrada pode variar de 10% até 60% do valor total.

Mesmo quando a exigência de entrada for mais baixa o melhor é dar de entrada o maior valor possível. Isso diminui o valor de juros acumulados ao final e facilita o pagamento das parcelas.

3. Valor das parcelas

Por falar em parcelas, é importante ficar de olho para checar se não há parcelas intermediárias maiores do que as mensais, o que pode complicar o orçamento.

Também é vantajoso entender o tipo de amortização: se será pela tabela Price ou pelo SAC. No Sistema de Amortização Constante (SAC), as parcelas possuem valores cada vez menores ao longo dos meses. Na Tabela Price, por sua vez, as parcelas têm valor fixo ao longo de todo o período. No final, o valor pago é o mesmo, a diferença é somente como este pagamento é feito.

Na hora de escolher qual das formas de pagamento é melhor, você deve analisar o seu momento de vida. Por exemplo, no caso de uma família jovem, sem filhos, é melhor optar pelo SAC, pois as parcelas mais caras são pagas no início, quando há menos despesas extras, e as mais baratas são pagas no final quando a família pode ter crescido, por exemplo. Por outro lado, se você acha que a sua renda vai aumentar no futuro, ou que seus gastos vão diminuir, é melhor optar pela tabela Price, pois ela não onera tanto o orçamento no início.

3. Aluguel

As pessoas têm certo preconceito com aluguel, mas a verdade é que se o valor do aluguel é consideravelmente menor do que o valor do financiamento de um imóvel similar, e ainda assim o imóvel atende às suas necessidades, o financiamento não é tão vantajoso. Em vez disso, vale mais a pena juntar e investir a diferença entre o valor da parcela do financiamento e o valor do aluguel de modo que você possa comprar a casa futuramente à vista ou então com uma entrada maior.

4. Tipo de imóvel

Dependendo do momento da vida, é bem provável que o seu imóvel seja temporário. No começo da vida profissional, por exemplo, há chances de que você precise se mudar para aproveitar boas oportunidades. Se comprometer com um financiamento nesse momento pode não ser a opção mais indicada. Em vez disso, compensa mais realizar investimentos seguros, com boa rentabilidade e segurança para se preparar para fazer uma aquisição do imóvel à vista.

Se, por outro lado, você pretende financiar o imóvel e alugá-lo, por temporada ou não, o financiamento pode ser uma boa opção considerando o fato de que o aluguel pagará o próprio financiamento. Entretanto, é preciso tomar cuidado e ter uma reserva extra, já que  há sempre a possibilidade de não haver inquilinos para o seu imóvel e você ter que pagar as despesas como condomínio, água e luz. Além disto, a responsabilidade pelo pagamento de possíveis manutenções, são de responsabilidade do proprietário.

Quando devo procurar um financiamento?

Por se tratar de um pagamento em longo prazo, procurar um financiamento não deve ser a sua primeira opção e nem é válida em todos os casos. Em primeiro lugar, você deve checar se terá o dinheiro para o pagamento das prestações, uma vez que você tenha esta segurança, então deve procurar bancos e outras instituições financeiras que possuem regras próprias sobre cada linha de crédito, para conferir se o bem em questão é financiável.

Também é necessário que você esteja com o nome limpo, porque, do contrário, o seu crédito dificilmente será aprovado.

Além disso, o financiamento deve ser a sua opção quando você não tem o dinheiro para realizar o pagamento à vista ou se quando juntar um determinado montante ainda é considerado impossível dentro de um tempo viável de tempo, mas quando o orçamento ainda tem espaço para a parcela.

Um imóvel, por exemplo, tem valor mais elevado. Com ganhos razoáveis, como entre R$ 5 e R$ 6 mil por mês, é impossível que você consiga juntar um valor de R$ 500 mil em pouco tempo. Nesse caso, o financiamento pode ser uma boa opção para que você saia do aluguel.

Por outro lado, fazer o financiamento quando você pode juntar o dinheiro não é uma boa opção, já que você compromete não apenas o seu orçamento, mas também o seu bem, que pode ser tomado caso as dívidas se acumulem.

Portanto, o financiamento é uma boa escolha quando você possui uma situação financeira estável e organizada e deseja comprar um bem que por algum motivo não pode ser comprado à vista.

Qual o mais indicado: Banco ou outras financiadoras?

Ao procurar um financiamento, você vai se deparar com duas opções principais de onde consegui-lo: o banco ou outras opções de financiadoras, como por exemplo financeiras ou cooperativas de crédito.

O financiamento do banco tende a ser o mais conhecido e é oferecido por instituições públicas e privadas. Nesse caso, o financiamento é oferecido de forma diferenciada de acordo com o relacionamento que você tem com a instituição. Se você é cliente do banco em questão, por exemplo, tem mais chances de conseguir condições facilitadas para o financiamento, como uma taxa de juros mais baixa.

A análise de crédito do banco é mais rigorosa, e são avaliadas questões como capacidade econômica, estabilidade de renda e também o histórico de dívidas. Quanto pior seu histórico de inadimplência para o banco, maiores são as chances de ter o seu crédito negado.

Já as financiadoras operam de uma forma diferente: a análise de crédito pode ser mais facilitada mesmo para quem tem algum tipo de inadimplência. Para que isso seja possível, entretanto, as taxas de juros em geral são mais elevadas.

Analisando os juros: como funcionam?

A taxa de juros taxa é influenciada por diferentes fatores. O principal fator que faz com que a taxa de juros suba ou desça é a possibilidade de inadimplência associada a um determinado crédito. Quanto maior for o risco de um determinado solicitante atrasar ou não pagar as parcelas, maior é a taxa. É essencial prestar atenção nesse fator: o mesmo levantamento (já mencionado) do SPC Brasil mostra que 19,1% das pessoas que tomam financiamento não prestaram atenção nos juros e taxas antes de fechar a contratação, e com isto 17,0% dos que estão pagando um financiamento já tiveram o nome incluído em instituições de proteção ao crédito em razão de atrasos das prestações, sendo que 7,5% ainda se encontram nesta situação.

É por isso, inclusive, que a taxa de juros também é fortemente influenciada pela conjuntura econômica. Quando o mercado está em crise, por exemplo, há maiores riscos de que uma pessoa perca o emprego ou não consiga pagar as parcelas. Com isso, a taxa de juros para os empréstimos em geral sobe para compensar a possibilidade alta de não pagamento das das parcelas.

No geral, os juros funcionam como a remuneração da instituição financeira para o caso de inadimplência. O valor deles é cobrado de maneira mensal ao longo de todo o financiamento. No término, o valor pago pelo bem pode chegar a um valor que é até duas vezes maior do que o valor inicialmente contratado.

Como não deixar as contas virarem um grande problema?

O financiamento é um compromisso assumido em longo prazo e que exige planejamento para que você não se veja afogado em dívidas.

Assim, a primeira coisa a se fazer é organizar o orçamento e sempre pagar as prestações em dia, evitando o risco de perder o imóvel.

Você também deve mudar seus hábitos de consumo e começar a consumir à vista. Por já ter uma grande dívida em longo prazo, o melhor a fazer é não sobrecarregar o orçamento com crediários e faturas do cartão de crédito — ou logo você sofrerá com a avalanche de dívidas sobre você.

Se notar que não vai conseguir pagar o financiamento, é preciso entrar em contato com a instituição o quanto antes. Você pode conseguir um adiamento temporário do prazo ou mesmo uma renegociação. Isso pode ser feito antes que a parcela atrase, para evitar problemas maiores. Se for o caso, tente a migração para outros credores com  condições de pagamento e taxas de juros mais facilitadas por meio da portabilidade de crédito.

Diminuir o consumo e reduzir e cortar gastos também ajuda na hora de assumir esse compromisso e evitar a bola de neve orçamentária. Procurar promoções, fazer pesquisas de mercado e aumentar o cuidado com o orçamento mensal e anual são atitudes que completam as boas práticas para evitar que tudo se torne uma bola de neve no seu orçamento.

Estou com o nome sujo, e agora?

Se os conselhos não chegaram a tempo, e você já está inadimplente e com o nome sujo, é hora de começar a mudar essa situação. Se seu nome estiver incluso no SPC Brasil, a primeira coisa a se fazer é tomar conhecimento de quais e quantas são essas dívidas.

Uma consulta junto ao SPC Brasil já revela quais são os débitos que pesam em seu nome e quais são os credores correspondentes. Se você não reconhecer uma dívida, deverá reclamar junto à empresa para provar que você não realizou a compra ou o gasto apontado.

Caso a dívida seja reconhecida, o recomendado é entrar em contato com o credor. Geralmente as empresas possuem áreas dedicadas para a cobrança e também para a negociação de valores. Assim, é necessário demonstrar interesse em quitar a dívida, o que pode acontecer de maneira parcelada, por exemplo.

Dependendo do caso, algumas empresas também aceitam renegociações de dívidas. Com isso, você consegue não apenas condições mais facilitadas para o pagamento, mas também valores mais em conta.

É muito importante que essa negociação seja feita baseando-se nas possibilidades do seu orçamento. Não adianta concordar com determinado parcelamento se na hora de pagar você encontrar dificuldades. Isso só gerará mais dívidas e problemas para seu orçamento, então o melhor é planejar.

Quando a dívida é renegociada e/ou parcelada, após a confirmação do primeiro pagamento, o seu nome fica limpo, e você possui crédito novamente. A partir daí, é só assegurar a quitação contínua da dívida para evitar que a situação se repita.

Conclusão

O financiamento é um compromisso assumido em longo prazo e, mais do que isso, que tem grande impacto na sua vida financeira. Por isso, todo cuidado se faz necessário para que você seja capaz de adquirir o bem desejado sem causar grandes problemas no orçamento. Depois de entender muito bem o financiamento, seus tipos, seus juros e suas características, é fundamental não deixar as contas virarem uma bola de neve. E se acontecer de ficar inadimplente, organize seu orçamento e limpe seu nome junto ao SPC  Brasil de maneira fácil e conveniente.

Tem dúvidas se esse é o momento certo de assumir um financiamento? Então não deixe de conferir nosso artigo sobre como realizar seus sonhos mesmo na crise.

 

Veja também

spc-mbf-padrao-de-vida-amigos
Saiba como viver bem dentro do seu padrão de vida
4 em cada 10 internautas brasileiros gastam mais do que deveriam. Descubra como mudar de comportamento e viver  [...]
dividas-mbf
O que acontece quando não pagamos uma dívida
Nós sabemos que não ter as contas em dia é uma dor de cabeça. Mas o que realmente ocorre quando não pagam  [...]
mbf_banner_noticias_06
Série Construindo Sonhos – Capítulo 1
O jeito fácil de economizar para realizar seus desejos Sim, você pode subir ao altar ou ter um filho sem com  [...]