Automóvel

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Dentre os bens duráveis, o automóvel é, certamente, o de maior apelo de consumo. As linhas de crédito são fartas e as taxas de juros utilizadas estão entre as menores do mercado (média entre 1,3% a 1,6% ao mês). A taxa é baixa, pois o credor pode contar com o próprio carro como garantia até o final do financiamento. Entretanto, é importante planejar antes de comprar.

Adquirir carros mediante financiamento ou consórcio alonga o prazo para o pagamento total do bem, e isto permite baixar o valor das prestações, dando a falsa impressão de que elas “estão baratas”.

Muito além das prestações

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Despesas que vão muito além da prestação do automóvel

A aquisição de um carro para uso pessoal ou familiar não pode ser considerada um investimento, e sim uma despesa de consumo, e, além disso, o valor do automóvel vai reduzindo com o passar dos anos. Considera-se que um carro popular desvaloriza em torno de 10% ao ano.

Consórcio

Desde que você não tenha pressa em comprar o carro, é possível fugir dos juros e entrar em um consórcio. Neste caso, você pode, a cada mês, ser sorteado ou dar um lance. A taxa de administração fica mais em conta do que pagar juros, por menor que eles sejam. Mas é recomendável que você verifique se o consórcio é sólido e se seu dinheiro não vai ser jogado fora. Para saber mais clique aqui.

Financiamento

Você deve procurar adquirir um carro à vista, para não ter de pagar juros. Mesmo que eles pareçam baixos, os juros são mais elevados do que a taxa que você consegue em aplicações financeiras. Mas se você quiser mesmo financiar, é preferível dar a maior entrada possível e reduzir ao máximo o número de prestações para terminar logo de pagar.

Pesquise as instituições financeiras com as menores taxas de juros para aquisição de automóvel:

Tabela CET

DICAS

1. A melhor alternativa de aquisição de carro é sempre a compra à vista. Você pode pechinchar em diferentes concessionárias ou lojas do ramo e escolher aquela marca e modelo que venham com o melhor desconto.

2. Tome cuidado com promoções do tipo “compre agora e só comece a pagar no ano que vem”. As empresas cobram juros altos para dar essa “vantagem”, que nada tem de benefício ao consumidor.

3. Ao fazer um empréstimo ou financiamento, fique atento ao chamado Custo Efetivo Total (CET). Ele deve ser informado pela instituição financeira e refere-se a todos os encargos e despesas da operação, como tarifas, tributos, seguros e qualquer outra taxa cobrada.  Trata-se de um direito de consumidor: saber tudo que está sendo cobrado na operação financeira. O CET é uma taxa acrescida ao valor do bem adquirido pode ser calculada de acordo com o prazo do financiamento (três meses, semestral, anual etc). Ele varia de um banco para outro. No exemplo abaixo, ele foi estipulado em 1,64% ao mês, o que corresponde a 21,56% ao ano.

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