Consumo colaborativo: uma boa ideia

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CDs, DVDs, games, computador e até mesmo roupas que seu filho não usa mais não precisam ficar encostados. Esses produtos podem fazer parte de uma rede de consumo colaborativo. Se você e a sua família ainda não conhecem essa prática, o consumo colaborativo se baseia na ideia de que tudo pode ser trocado, emprestado, compartilhado, doado – sem a necessidade de comprar algo novo. É uma prática saudável, sustentável e que vem ganhando muitos adeptos.

Funciona assim: seu filho tem um game que está encostado. Ele pode emprestá-lo a alguém ou trocá-lo por outro produto que está querendo. Não há dinheiro envolvido nessas transações de troca.

Há dois modelos de sites de consumo colaborativo:

1. Os produtos ficam em locais de distribuição, e a pessoa agenda pelo site e busca no local aquilo que deseja;

2. A troca ou compartilhamento é feita pelos membros (que se cadastram). As pessoas deixam à disposição tudo o que querem trocar ou compartilhar e fazem suas escolhas. A entrega é pelos Correios.

No Brasil, já existem vários sites que operam essa novidade, que, segundo a revista americana “Time”, é uma das 10 ideias que vão mudar o mundo.

Confira:

Projeto Seumeunosso
https://www.facebook.com/ProjetoSeumeunosso

Permuta Livre
http://www.permutalivre.com.br/

Toma Lá Dá Cá
http://www.tomaladaca.com.br/

Bazar de Trocas da Estilo
https://www.facebook.com/groups/128866630515607

Descolaí
www.descolai.com.br

Quer saber mais?

“O que é meu é seu: como o consumo colaborativo vai mudar o nosso mundo”, de Rachel Botsman e Roo Rogers.

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