Crianças

Aprendendo a poupar

Você não aguenta mais ouvir sua filha insistindo muito para comprar a boneca que viu na TV? Essa oportunidade pode ser muito boa para ensinar a ela uma lição muito significativa: aprender a poupar.

Aprendendo a poupar

Guardar dinheiro é algo muito importante para ser ensinado às crianças, pois é uma lição que vai ficar para a vida inteira. Em vez de ficar chateado porque sua filha fala todo dia na compra da boneca nova e seu filho naquele carrinho de última geração, você pode conversar com eles e incentivá-los a guardar parte do dinheiro da semanada ou mesada para conquistar esse sonho.

Que tal encher um cofrinho?

Enchendo o cofrinho

Para incentivar, você pode colocar algumas moedas no cofre e dar início à  poupança. Assim, você estará estimulando os sonhos da sua filha e fazendo com que ela aprenda a guardar dinheiro.

Dinheiro é limitado

Para os pais, muitas vezes é difícil explicar aos filhos que dinheiro é limitado e, portanto, tem fim. Por isso mesmo, é muito importante que você converse com eles sobre esse assunto desde cedo. As crianças precisam aprender e compreender que o dinheiro deve ser usado de maneira controlada, para evitar problemas. E se o assunto é tratado de forma tranquila, com exemplos, a criança vai compreender mais facilmente.

É preciso que você explique a eles, de maneira clara, que o dinheiro da família é utilizado para várias coisas – as compras do supermercado, o pagamento das contas de água, luz e escola, a aquisição de roupas e sapatos, os passeios no fim de semana. E que o dinheiro é um recurso limitado: os pais recebem X e devem gastar X. As crianças precisam entender que não dá para comprar todas as coisas que elas querem – como o dinheiro é limitado, elas precisam saber gastar e saber fazer escolhas.

Aprenda a dizer não!

Dinheiro é limitado

Imagine a seguinte situação: numa ida ao shopping, seu filho quer comprar vários brinquedos. Você sabe que o dinheiro não vai dar para tudo, mas um brinquedo mais barato é possível. Você mostra isso à criança e libera o brinquedo mais barato, explicando que ele deve ESCOLHER. Mas seu filho insiste, insiste e começa a fazer birra (o que é um grande temor para 99% dos pais). Nesse momento, é preciso ter firmeza: diga NÃO, ignore a birra e mantenha a proibição.

Cabe aos pais impor limites, definir o que é importante para a família. É saudável para as crianças que elas compreendam como é a realidade da vida cotidiana – os gastos que são feitos, a necessidade de um planejamento para essas despesas. Não é porque foi ao shopping que tem que comprar. Comprando sempre, a criança vai achar que todo dia é dia de presente. Procure concentrar os presentes em datas específicas como aniversário e Natal e valorize estes momentos.Todo esse aprendizado é fundamental para uma vida financeira saudável, e essa é uma lição para a vida inteira.

DICA

A partir de três anos, a criança já pode ser estimulada a ter um cofrinho. É claro que ela não terá a noção de poupar ou de guardar, mas ela vai compreender melhor o que é o dinheiro, como ele pode ser usado; vai aprender  que ela pode juntar moedas e comprar  alguma coisa. É um recurso interessante que pode tornar bem mais legal a sua primeira “lição” de educação financeira.

Para conversar:

livro-a-cigarra-e-a-formiga A cigarra e a formiga – É um livro interessante, que mostra atitudes positivas e negativas em relação a guardar recursos, se preparar e não gastar tudo o que se recebe. Você pode ler a história para seu filho e fazer comentários positivos, como: “viu como as formigas se prepararam para esperar o inverno? Elas não gastaram tudo, guardaram os alimentos e não ficaram preocupadas quando começou o tempo ruim”.

 

livro-cora-carolina A menina, o cofrinho e a vovó – Nesse livro, a escritora Cora Coralina conta a história de uma vovó que começa a fazer doces para vender por necessidade financeira. Ela enfrenta dificuldades, mas segue em frente. Um dia, descobre que, se tivesse uma geladeira, tudo poderia ser diferente. Então, compra uma usada, a prazo. Mas a neta, Célia, faz uma surpresa para a vovó ao abrir seu cofrinho. E a vovó fica muito agradecida e faz algo especial.

Dinheiro não cai do céu

É importante a criança saber qual é a origem do dinheiro – de onde ele vem, porque existem moedas e notas, como as pessoas faziam para adquirir as mercadorias de que precisavam quando esse recurso não existia – pois ela vai aprender que dinheiro “não cai do céu”. E você pode fazer isso de maneira lúdica, contando uma historinha.

A história do dinheiro

A história do dinheiro

De onde vem o dinheiro da família

Seu filho deve compreender que o dinheiro da família – que vocês usam para comprar e pagar coisas, como escola, médico, passeios, roupas etc. – tem uma origem, que é o trabalho dos pais. É um dinheiro obtido a partir de muito esforço, por isso, é preciso valorizá-lo e saber como gastar. Conte ao seu filho que você recebe um salário, ou uma remuneração, porque trabalha todos os dias, e que esta é a origem do dinheiro que a família tem para suprir suas necessidades e realizar seus sonhos.

Cheque não é dinheiro

As crianças são muito espertas e é por isso que muitas respondem prontamente, quando dizemos que não temos dinheiro: “paga com cheque”. Explique a elas que o cheque não é dinheiro, ele é um meio de pagamento – é uma forma de avisar ao banco que é preciso tirar dinheiro da conta que você possui e pagar o valor que está escrito no cheque para quem for receber.

Como funciona o cheque

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DICA

Faça compras e pague com cheque. Mostre a seu filho como esse meio de pagamento funciona. Conte a ele que, se você não tiver dinheiro na conta do banco, não adianta dar um cheque, pois a pessoa que vendeu o produto não vai conseguir receber o valor em dinheiro. Explique a ele que você tem a obrigação de pagar pelo valor que está escrito no cheque.

Saiba mais:

Site do Banco Central do Brasil
http://www.bcb.gov.br/?HISTDIN

Site da Casa da Moeda do Brasil
http://www.casadamoeda.gov.br/portalCMB/menu/cmb/sobreCMB/origem-dinheiro.jsp

Influência da propaganda

Você já pensou sobre a influência da propaganda no comportamento do seu filho? Já imaginou que os comerciais podem provocar um comportamento muito consumista, levando seu filho a querer comprar tudo o que viu no anúncio da TV? Esse é um problema sério e que merece a atenção dos pais, por isso, é muito importante que você fique atento e converse com seu filho.

Segundo especialistas, os principais danos da publicidade para as crianças são: agravamento do problema do consumismo infantil, exacerbação de valores materialistas, reflexos em problemas da sociedade contemporânea, como a obesidade infantil, a adultização das crianças (especialmente das meninas), erotização precoce, estresse familiar.

Influência da propaganda

Fique de olho:

– Controle o tempo que seu filho fica diante da TV. As crianças brasileiras chegam a ficar cinco horas por dia vendo televisão, que é o principal meio de entrada da propaganda em sua casa. Seja firme, estabeleça horários, analise os programas, estabeleça limites.

– Hoje, as crianças são um alvo preferencial da publicidade, pois elas participam do processo decisório em 80% das compras da casa (Pesquisa Interscience, 2003). Mas seu filho pequeno ainda é vulnerável e não é capaz de separar a realidade da fantasia nos anúncios.

Saiba mais

“Criança, a alma do negócio” – documentário produzido pelo Instituto Alana
https://www.youtube.com/watch?v=WPxiqbmGz-c

Projeto Infância Livre de Consumismo
http://infancialivredeconsumismo.com/index.php/about/

Influência dos amigos

Influência dos amigos

Cada vez mais, o grupo de amigos tem uma influência grande no comportamento da criança, contribuindo para incentivar alguns hábitos de consumo que nem sempre são positivos, como a compra de roupas e sapatos de marcas famosas.

As crianças, quando já têm grupos de amiguinhos na escola, na rua em que moram ou nos prédios, sofrem bastante a influência dos colegas, e podem começar a pedir um tênis colorido de tal marca, uma blusa diferente, mochilas como as dos colegas etc. Os pais devem prestar atenção a isso para mostrar à criança que ela não precisa fazer “tudo igual” aos outros. Converse com seu filho, pergunte sobre os amigos, mostre que é legal ter colegas, se divertir, mas diga que ele não precisa fazer tudo o que o amiguinho faz e nem comprar tudo o que o outro tem.

Mas tenha sempre em mente que a criança quer se integrar ao grupo, por isso mesmo, ela passa a adotar certos hábitos de consumo. E, em determinadas situações, isso chega a ser um problema, pois a criança passa a não querer ir para a escola, por exemplo, se não estiver com o modelo de mochila que todos têm.

Para contornar a situação e evitar problemas, a primeira coisa a fazer é estabelecer limites muito claros. Você pode definir o que acha razoável comprar e aquilo que você, como pai, considera um absurdo. E também pode mostrar benefícios: se a criança não comprar aquela mochila, que geralmente é caríssima, ela pode ter a oportunidade de fazer um programa legal com vocês, por exemplo. Mas, mesmo apontando os benefícios de não “imitar” o colega nas compras, a questão da influência dos amigos envolve limites claros dos pais.

Segundo a psicoterapeuta Maria Tereza Maldonado, “os pais não estão percebendo a diferença entre os desejos e as necessidades de seus filhos e, com isso, estão gerando crianças e adolescentes extremamente consumistas. Isso leva a uma confusão entre ter e ser – a criança cresce achando que ter algo é mais importante do que ser uma pessoa legal, ela se define pelo que usa e perde a oportunidade de desenvolver as qualidades como pessoa”.

Uma atitude que também pode gerar resultados positivos é você comentar sempre com a criança, mesmo sem citar os colegas, como determinado produto – um tênis X ou a mochila Y – está caro e como as pessoas usam tudo igualzinho. A noção de autonomia também pode começar a ser trabalhada – você fala com seu filho como é importante aprender a escolher as coisas de que gosta sem que os colegas façam isso por ela, como é legal ter opinião própria e não ser “maria vai com as outras”.

Assimilar isso, a partir de exemplos do dia a dia, é importante para a criança, porque ajuda a frear o consumismo incentivado pelos grupos e, ao mesmo tempo, ela vai conquistando certa autonomia à medida que tem capacidade de fazer escolhas.

E não tenha medo de ouvir seu filho dizer “todo mundo tem, menos eu”. Veja o que diz a filósofa e educadora Tania Zagury:

“O problema é que ser pai é muito mais do que ser bonzinho com os filhos. Ser pai é ter uma função e responsabilidades sociais perante nossos próprios filhos e a sociedade também. Portanto, quando decido negar uma roupa a mais a um filho, mesmo podendo comprar e sofrendo por dizer-lhe ‘não’, porque ele já tem outras dez ou vinte, estou ensinando que existe um limite para TER. Estou, indiretamente, valorizando o SER”. 

Para ajudar na conversa:

“A formiga Emília e a economia”, de Mara Luquet.

O livro conta a história da cigarra e da formiga de outra forma. Elas são amigas e descobrem formas de economizar, utilizar bem o dinheiro.

“O menino maluquinho”, de Ziraldo.

É um livro sempre atual porque relata as histórias do Maluquinho, um menino muito divertido e que tem grandes amigos. Com esse grupo, ele se diverte e faz coisas muito legais.

“Como educar meu filho?”, de Rosely Sayão.

A partir de comentários que recebe, a autora vai tecendo considerações importantes sobre a educação dos filhos.

Cuidado com o bullying

Cuidado com o bullying

O consumismo tem provocado um fenômeno preocupante: muitas vezes, as crianças ficam excluídas dos grupos na escola, porque não têm determinados produtos – principalmente o mais cobiçado: o celular. Então, ela pode se tornar uma vítima de bullying, praticado por um aluno ou grupo de alunos contra um colega. É um problema grave, que tem trazido muito sofrimento para as vítimas e suas famílias.

Preste atenção aos sinais

Cuidado com o Bullying

Saiba mais:

Observatório da Infância
http://www.observatoriodainfancia.com.br/rubrique.php3?id_rubrique=78

Presentes e mais presentes

Muitas vezes, os pais se sentem culpados por ficarem muito tempo longe dos filhos, mesmo que estejam trabalhando. E passam a dar tudo o que eles querem. Isso é muito perigoso, porque estimula a criança a achar que pode obter tudo o que deseja a qualquer momento. Para ajudar seu filho e dar a ele uma boa educação financeira, não compre tudo o que ele quer, mesmo que você esteja com dinheiro. Essa atitude pode dar a seu filho a sensação de que é sempre fácil conseguir as coisas. Ele não vai se esforçar e não vai aprender a usar o dinheiro de maneira saudável.

Por que e quando dar presentes

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Para a criança, ganhar presentes é sempre uma coisa muito boa. Mas você deve ter cuidado para não exagerar – se comprar tudo o que vê para seu filho, isso não terá um bom resultado. O excesso de presentes – sem um motivo específico – pode acarretar prejuízos para a educação da criança. Ela pode achar que sempre vai ter tudo o que quer, sem esforço, pois todas as suas vontades são satisfeitas prontamente! O melhor a fazer é esperar as datas importantes (como o aniversário), que terão um significado positivo, para presentear seu filho.

Ele aprenderá algumas lições importantes: que o dinheiro não é algo fácil, que os adultos precisam se planejar e se organizar para comprar os produtos, que é preciso esperar para obter alguma coisa, que é bom desejar muito um presente, esperar por ele e ganhá-lo na hora certa!

Não substitua sua presença por presentes

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Você já deu uma olhada no quarto do seu filho e achou que ele tem brinquedos demais? Se a resposta for ”sim”, é hora de mudar um pouco essa realidade. Afinal, a criança, para ser feliz, não precisa ter milhares de brinquedos. Ela precisa de atenção, carinho e acolhimento. É claro que os brinquedos são importantes, mas, se eles começam a ficar empilhados, é sinal de que não estão sendo mais necessários.

Convide seu filho para se sentarem juntos e ler uma historinha, montar um quebra-cabeças, assistir ao desenho favorito dele ou fazer alguma outra atividade prazerosa para vocês, ao invés de trazer presentes. Tenha certeza de que o brilho no olhar vai ser muito mais intenso do que se ele tivesse ganhado mais alguma coisa.  Além de tudo, o hábito de dar presentes a toda hora, sem motivo nenhum, pode levar seu filho a se tornar muito consumista. Veja o que diz o educador Içami Tiba no livro “Pais e educadores de alta performance”:

“Elas não consomem sozinhas, faz parte do ser humano querer tudo o que vê – isso desde criança –, assim como faz parte da vida pedir. Pedir não custa nada. A criança pede o que quiser porque lhe é natural pedir. O custo é repassado para os pais, que assumem o ônus desses pedidos sem educá-la corretamente. Portanto, são os pais que ajudam os filhos a se educarem sobre o consumismo, separando os desejos das necessidades”.

Nos aniversários, tenha cuidado

As festinhas de colegas e de familiares acabam levando muitas famílias a fazerem gastos não previstos. Para as festas realizadas na escola, a melhor tática é conversar com os coordenadores e procurar saber qual é a orientação e o que deve ser levado, pois muitas escolas adotam comemorações alternativas (em que as crianças fazem o presente, por exemplo), temendo os exageros dos familiares.

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Mas, se na escola em que seu filho estuda, o comum é levar presente, use o bom senso. Converse com ele e defina o que vocês vão comprar, evitando coisas muito caras ou ostensivas.

Para as festas ou aniversários dos colegas fora da escola, vale o mesmo bom senso. Dê um presente que se encaixe no orçamento da família. É possível dar coisas legais sem exageros. Além disso, lembre-se também de que nem sempre um presente caro é aquele de que a criança mais gosta. Os educadores reforçam que os pais precisam manter a coerência, o bom senso e não ceder aos caprichos dos filhos ou aos apelos do consumo exagerado.

Outra questão que deve ser enfrentada com serenidade: se, naquele momento da festa, você não está em condições de arcar com a compra de um presente, isso deve ser conversado com a criança. Explique ao seu filho, do modo mais claro e aberto possível. É importante você ter tranquilidade para expor a situação, sem constrangimentos. Sugira a compra de uma lembrancinha, algo mais barato. Aproveite para reforçar os valores que realmente importam, como amizade e convivência com a família, dizendo ao seu filho que o amigo vai gostar da presença dele. E não se sinta intimidado pela “obrigação” de dar um presente caro.

Dica

Uma boa opção se você está com pouco dinheiro é comprar lembrancinhas, que cabem no orçamento de todos. Os jogos (há modelos para vários gostos e todos os bolsos) são uma boa pedida e os livros também.

Fique por dentro: em algumas festas de crianças está começando um hábito já comum nos EUA – a reciclagem de brinquedos (re-gift, no termo original em inglês). Junto com o convite, há a especificação de que não é preciso levar um brinquedo novo, e sim um usado. É uma sugestão que você pode levar para as festas em família – os aniversários, por exemplo. Outra perspectiva é sugerir o amigo secreto para as festas de Natal, em lugar do excesso de presentes dessas ocasiões.

Semanada

Aprendendo a administrar o dinheiro

Dar uma quantia fixa aos filhos – em forma de “semanada” – é um recurso muito importante, que você pode usar para ajudá-los a entender como podem administrar o dinheiro que recebem. Você deve definir um valor e combinar com seu filho que esse dinheiro é para os gastos e início da poupança dele.

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Com essa lição prática do dia a dia, seu filho vai aprendendo como é possível se organizar para administrar o dinheiro. Segundo especialistas, a partir dos 6 anos, a semanada já pode ser dada à criança. A partir dos 11 anos, o recomendável é a mesada.

A semanada ou mesada não é uma obrigação. É você quem decide se deve dar esse dinheiro e qual será a quantia. Para definir esse valor de forma correta, converse com seu filho, veja como é a sua rotina e com o que ele gasta dinheiro. Não mude o valor sem haver um motivo real. Lembre-se que seu salário não muda quando você quer.

Também é importante você entender que a semanada ou mesada não é um presente, e sim uma forma de realizar a Educação Financeira dos filhos. Nesse processo, a sua orientação é muito importante.

Acompanhe abaixo as dicas para semanadas e mesadas.

Mesadas e semanadas

Mesada da criança

Ajude seu filho a aprender a gastar

Antes de dar essa lição, faça um exercício: liste suas últimas cinco compras e marque o que foi realmente necessário. Isso é importante porque, se você  não tem controle em relação ao seu consumo e aos gastos desnecessários, vai ficar muito difícil ensinar isso ao seu filho. As crianças observam tudo e, também na educação financeira, o exemplo é significativo – não adianta falar com seu filho para gastar pouco se, no shopping, você não se controla.

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Na conversa com seu filho, procure sempre mostrar exemplos das coisas que acontecem no dia a dia. Uma atividade interessante é a ida ao supermercado, ao shopping ou à padaria. Comente com seu filho sobre os preços dos produtos e faça comparações, pois isso vai fazer com que ele comece a ter noção do valor das coisas. Peça ajuda à criança para escolher produtos. No caso das crianças maiores, é importante mostrar como alguns produtos são muito caros e que existem outros semelhantes e mais baratos (os chocolates e as balas podem ser um bom exemplo).

DICA

Em caso de birra, não se desespere! A criança vai insistir e algumas ficam bem zangadas quando não são atendidas. Mas o papel dos pais é EDUCAR, e isso implica dizer NÃO com firmeza.

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