São aplicações cuja remuneração é paga em intervalos predefinidos e em condições predefinidas. Podem ser do tipo pré-fixado ou pós-fixado. O primeiro permite que o investidor saiba, no momento da aplicação, a rentabilidade que irá receber. Já na aplicação pós-fixada, a rentabilidade somente será conhecida no vencimento, pois ela será corrigida por algum tipo de indexador (por exemplo, os que retratam a taxa de inflação – IPCA, IGP, etc.). São exemplos de aplicações de renda fixa a caderneta de poupança, CDB, LCI e os títulos públicos.