Uma grande parte dos consumidores apresenta uma ânsia tão grande de satisfazer determinado tipo de consumo que não concebem qualquer postergação. O consumo, acreditam eles, é urgente e não pode ser adiado. O imediatismo leva, muito frequentemente, à tomada de empréstimos, cujas condições são bastante desfavoráveis ao consumidor. A consequência óbvia do imediatismo é fragilizar o consumidor, fazendo-o aceitar, por exemplo, taxas de juros absurdamente altas, que corroem ferozmente o seu poder aquisitivo.