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Ou seria um Brasil que desconhecemos? Sim, temos que conhecer melhor o nosso próprio país; afinal, acabamos sendo até preconceituosos por conta da nossa própria ignorância. Palavras fortes, reconheço, mas não deixa de ser uma constatação, quando nos deparamos com situações fora dos grandes centros.

Tive a oportunidade de dar palestras para empresários e consumidores em Ji-Paraná, Rondônia, e, como gosto de conhecer novos lugares,  logo fui tomado por um entusiasmo que me levou a contar a novidade aos amigos.

Ji-Paraná? Rondônia? Nossa! Era a reação automática daqueles que, como eu, não conhecem e não têm a menor noção da realidade a respeito de regiões que passaram por muitas transformações nas últimas décadas e que, para alguns de nós, continuam estáticas como nos livros de história.

A primeira coisa que me veio à cabeça foi a origem do nome – que me remeteu ao Marechal Rondon, pioneiro, visionário e um verdadeiro brasileiro – mas, quem faria esta associação tão óbvia nestes tempos tão corridos? Rondon, postos telegráficos, o território de Rondônia, hoje, estado… Ji-Paraná, uma cidade com apenas 39 anos… Uma aventura para este paulista da metrópole.

A internet ajudou a clarear minhas ideias… Mais de 150 mil habitantes, cinco mil CNPJs ativos, uma Câmara de Dirigentes Lojistas – CDL, com mais de mil afiliados e, depois, a constatação, in loco, de um comércio diversificado e ativo, um agronegócio forte, novos negócios surgindo, novas construções e muitas reformas, universidades, loteamentos, condomínios, escolas de línguas e muito mais.

Foi neste mundo novo que fui transmitir a empresários e consumidores algumas ideias, provocar, falar um pouco sobre educação financeira em uma terra tão nova,  onde muitas das pessoas hoje profissionalmente ativas e com família formada nunca sentiram uma crise como a que atualmente vivemos.

Tanto se fala de empreendedorismo que, ao conversar com os empresários locais, me lembrei dos jovens empreendedores das grandes cidades que não sabem o que estão perdendo ao não fazerem aquilo que alguém de sua família fez há muito tempo, desbravar novas fronteiras, saindo da zona de conforto geográfica, inclusive.

Esta opção pode ser analisada pelos jovens de todos os setores da atividade econômica, sejam comerciantes, industriais, médicos, veterinários, engenheiros, advogados e até os que têm o plano de ter o seu “Food truck”, hoje, tão óbvio, nas grandes cidades.

Muitas das pessoas que se instalaram em Rondônia saíram dos estados do Sul, com muita energia, pouco dinheiro, mas muita disposição para tratar da terra. Os empreendedores de hoje são diferentes, abrem franquias, trazem inovação, novos conceitos e vislumbram, acima de tudo, a conquista de um futuro melhor.

Inspire-se nos exemplos de Brasília, Palmas e procure ver como era Ji-Paraná há 10, 20 anos. Planos de longo prazo, trabalho duro, metas, sacrifícios, experiências, sonhos…

Existe um Brasil novo esperando por você. Acredite.

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